Jornal Aldrava Cultural
ISSN 1519-9665
Sociedade Brasileira dos Poetas Aldravianistas
Artes Visuais
Cartas

Sociedade idealizada por Andreia Donadon Leal
Logo criada por Gabriel Bicalho

17 de Setembro - Dia da Aldravia

1ª Mostra de Livros de Aldravias

A Casa da Arte Aldravista faz mostra de Livros de Aldravias (clique na imagem acima e veja)

Conheça a Aldravipeia
clique aqui e veja o que é

Artigo sobre aldravia publicado em Anais de Seminário de Práticas Pedagógicas Inovadoras.
Artigo: Ler e escrever poesia no século XXI: bem-vinda a aldravia

Autora: Denise Izaguirre Anzorena. In: O saber da ação pedagógica em práticas de ensino inovadoras. Atas Digitais - III Seminário Nacional Investigando Práticas de Ensino em Sala de Aula e I Seminário Internacional de Práticas Pedagógicas Inovadoras. Curitiba, outubro de 2015. pág. 388 a 401.

No Rádio - Entrevistas

Rádio UFMG Educativa

Em 30 de julho de 2015 - J. B. Donadon-Leal entrevistado no programa Universo Literário:
https://www.ufmg.br/online/radio/arquivos/anexos/JOSE%20DONADON%20LEAL%20-%20ALDRAVIAS%20-%2030-07-2015.mp3

Em 05 de junho de 2015 - Andreia Donadon Leal entrevistada no programa Universo Literário:
https://www.ufmg.br/online/radio/arquivos/anexos/ANDREIA%20DONADON%20LEAL%20-%20PROJETO%20POESIA%20VIVA%2005-06-2015.mp3

O Livro das Aldravias na Rádio CBN-Rio
A Jornalista Simone Magno comentou o Livro das Aldravias em seu programa Tempo de Letras
em 11 de janeiro de 2013.

Aldravia é notícia no Jornal Hoje da Rede Globo de Televisão


Jornal Hoje de 24 de abril de 2014

Reportagem na Rádio Nacional da Espanha
em 29 de maio de 2014

Produzida e apresentada por Estela Viana
Clique aqui e ouça

Alunos de Jornalismo da UFOP publicam matéria sobre aldravia


clique e confira

ABNNews Aldravia – Forma poética sintética impulsiona publicação de livros e projetos
by ABNNEWS • 14/01/2016 • Comentários desativados em Aldravia – Forma poética sintética impulsiona publicação de livros e projetos -
http://abnnews.com.br/aldravia-forma-poetica-sintetica-impulsiona-publicacao-de-livros-e-projetos/

TV Record Minas - Poesias revelam como era a vida em Paracatu de Baixo (MG) antes de queda de barragem
http://tv.r7.com/record-play/minas-gerais/mg-no-ar/videos/poesias-revelam-como-era-a-vida-em-paracatu-de-baixo-mg-antes-de-queda-de-barragem-17122015

 

 

Poetas Aldravianistas










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Lançamento de O Livor II das Aldravias
Câmara Municipal de Mariana - em 29/11/2013


Sarau de Lançamento de O Livro das Aldravias
Casa das Rosas - SP, 05/10/2012

Cerimônia de Instalação e Posse dos Membros da SBPA
Grand Plaza Hotel - SP, 05/10/2012

Posse dos Membros da SBPA
Othon Travel - Rio de Janeiro, 26/10/2012

O que é aldravia?

Trata-se de um poema sintético, capaz de inverter ideias correntes de que a poesia está num beco sem saída. Essa forma nova demonstra uma via de saída para a poesia – aldravia. O Poema é constituído numa linométrica de até 06 (seis) palavras-verso. Esse limite de 06 palavras se dá de forma aleatória, porém preocupada com a produção de um poema que condense significação com um mínimo de palavras, conforme o espírito poundiano de poesia, sem que isso signifique extremo esforço para sua elaboração. Abaixo, aldravias de seus criadores:

aldravias
buscam
continentes
em
longínquas
porções

Andreia Donadon Leal

aldravia
meu
verso
universo
em
poesia

Gabriel Bicalho

morangos
passeiam
sob
blusa
de
algodão

J. B. Donadon-Leal

trovões
riscam
céu:
chuva
de
palavrões

JS Ferreira

*** ***

Abc das aldravias

ALDRAVIA, poema composto de até seis versos univocabulares, com sintaxe paratática (por coordenação), livre de amarras que venham a implicar na limitação de interpretações.
Na Aldravia, a palavra é o elemento essencial formador da Poesia; por isso, a Aldravia prescinde da utilização de recursos visuais adicionais, nada obstante aceitar-se experimentação que não torne complicada a leitura do poema.
A partir do conceito “poundiano” de o máximo de Poesia, num mínimo de palavras, o Poeta Aldravianista deve observar os seguintes critérios para a elaboração de Aldravias:
- iniciar os versos com letras minúsculas. Em caso de nomes próprios, vale a opção do autor;
- a divisão em palavras-versos já implica pausa; por isso, não é recomendada a utilização de pontuação. Além disso, a pontuação limita possíveis interpretações relativas a livres escolhas do leitor em deslizar pausas para criar novos sentidos.
- as pontuações de interrogação ou de exclamação podem ser utilizadas, se a sintaxe da Aldravia, por si só, não denunciar a sua proposição.
- nomes próprios duplos (com ou sem ligação por hífen), cuja divisão resulta em outro nome (Di Cavalcanti, Van Gogh), podem ser considerados um único vocábulo;
- nomes e formas pronominais ligadas por hífen podem ser considerados vocábulos únicos;
- sugerir mais do que tentar escrever todo o conteúdo. Incompletude é provocação aldrávica.
- privilegiar a metonímia, evitando-se a metáfora.

Andreia Donadon Leal, Gabriel Bicalho, J. B. Donadon-Leal e J.S. Ferreira - criadores da aldravia.

Aldravia – nova forma, nova poesia
J. B. Donadon-Leal

   A arte da poesia, desde a antiguidade, já experimentou muitas formas. Sempre ela esteve certificada pela grandeza com que a arte encanta olhos e ouvidos. Ela consagrou nomes e eternizou formas, além de ter revelado muitas faces ocultas das paixões pela vida. Não é à toa que a poesia é tida por muitos como a mais nobre entre todas as artes.
   Das narrativas longas da antiguidade, passando pela condensação dos sonetos do advento da era moderna ou pela síntese do haicai do oriente do Séc. XXVII, a poesia experimentou extremos: muitas palavras para muitos conteúdos ou muitos conteúdos em poucas palavras. De qualquer forma, a poesia presta-se para a incubação de novidades à linguagem e, ao mesmo tempo, para o culto às memoráveis celebrações ao passado.
   Em novembro do ano de 2000, com o lançamento do Jornal Aldrava Cultural, os poetas aldravistas, empreendedores do movimento que nascia em Mariana, Minas Gerais, a partir daí, consignaram um propósito de em 10 anos apresentarem à sociedade um projeto cultural que apontasse caminhos para a celebração das coisas e dos sujeitos produtores das artes.
   O primeiro legado dos aldravistas foi a ideia de organização do mundo artístico, seja para produzi-lo, seja para compreendê-lo, a partir do conceito de metonímia: porções constitutivas das coisas podem representá-las, muito bem, no mundo das significações. Essa percepção abre espaço para o enfrentamento à concepção prepotente das metáforas que trazem consigo arroubos de substituições totalitárias Ao mesmo tempo, a poesia metonímica busca demonstrar que a poeticidade pode estar na simplicidade. A leitura da poesia não pode ser uma tortura em busca de significações. Sentidos têm que saltar da forma poética com a facilidade com que se captam os significados na fala cotidiana. Tortura não combina com poesia. A única dor tolerável na poesia é a do prazer.
Sabendo ser parte de um todo que se diz nessa parte, para que se querer todo sempre que alguma parcela desse todo se faz necessária na construção de algum projeto temático? Cada parte de um todo se joga num conjunto discreto que se deixa escolher em cada investida produtiva de significação. Esse é o espírito da enciclopédia, que se revelou integralmente no complexo mundo wiki, hipertextual e em cadeia com escolhas e escolhas de novas metonímias que se alimentam dessas escolhas.
   O que o espírito wiki realiza é exatamente o que o espírito da poesia já revela há milênios: o mínimo de palavras para a abertura do máximo de possibilidades significativas, plagiando Pound em sua reflexão sobre a arte da poesia.
   Ao lado disso, a partir de reflexões sobre os destinos da poesia, os aldravistas liderados por Gabriel Bicalho buscaram observar a poesia que enceta para a síntese nos poemas curtos, nas trovas, nos haicais. Essa característica de observador da síntese vai ao encontro da hipótese poundiana de poesia. Mas, seriam, de fato, essas formas poéticas as mais sintéticas? Representariam elas, de fato, as metonímias perseguidas pelos aldravistas?
   A ideia de flash, de fotografia ou de uma porção de algo parece contemplada nessas formas poéticas. Elas demonstram também outro aspecto do aldravismo – a livre escolha de formas de poesia.
   Aí outro aspecto do espírito do poeta evidencia-se: a inquietação. Essa inquietação faz do poeta um ser que está sempre em busca de algo a mais, do ponto extra, da falta, do que ainda não foi visto. Mais uma vez os aldravistas se valem do legado de Pound em seus ensaios literários de 1934, para concretizarem o paideuma: “a organização do pensamento de modo que o próximo homem ou geração possa achar, o mais rapidamente possível, a parte viva dele e gastar o mínimo de tempo com questões obsoletas”.
   Que novidade os aldravistas poderiam deixar para as gerações futuras? Além da vasta produção já obtida nesses dez anos de estrada, além da promoção de talentos e de investimento na criatividade infantil, os poetas aldravistas poderiam apresentar uma nova forma poética. Não fazia parte do empreendimento inicial, pois é possível brincar com a liberdade utilizando-se das formas poéticas consagradas. O grande investimento aldravista é no conteúdo metonímico – pouco importa a forma. A forma é apenas textual, é apenas envelope dentro do qual os discursos se depositam em sua fecundidade ilimitada, disponíveis aos olhares de espectadores que alcançam alguma porção discursiva a partir da qual expande sua compreensão e interpretação.
   Mas, que tal uma nova forma. Eis que do permanente congresso do movimento aldravista de artes, do qual participam ativamente Andreia Donadon Leal, Gabriel Bicalho, eu e J. S. Ferreira, surgiu uma nova forma de poesia: a aldravia, nome sugerido por Andreia Donadon Leal a uma forma elaborada por Gabriel Bicalho, com base na concepção de encontro com os sentidos na possibilidade real de se ter o máximo de poesia no mínimo de palavras.
   Trata-se de um poema sintético, capaz de inverter ideias correntes de que a poesia está num beco sem saída. Essa forma nova demonstra uma via de saída para a poesia – aldravia. O Poema é constituído numa linométrica de até 06 (seis) palavras-verso. Assim, tem-se uma nova forma, mas não uma “fôrma”, como a trova, o haicai, o soneto.
   Esse limite de 06 palavras se dá de forma aleatória, porém preocupada com a produção de um poema que condense significação com um mínimo de palavras, conforme o espírito poundiano de poesia, sem que isso signifique extremo esforço para sua elaboração.
Esta edição do Jornal Aldrava Cultural apresenta ao público a aldravia:

salto
de
cova
nascimento
do
artista

Andreia Donadon Leal

não
fazer
poesia
de
alma
vazia

Gabriel Bicalho

minhas
porções
diárias
metonímias
de
mim

J. B. Donadon-Leal

sigo
cigano
em
busca
da
poesia

J S Ferreira

   O movimento aldravista de arte chega maduro aos seus dez anos de existência, pronto para apresentar nova forma poética ao conteúdo metonímico já experimentado nas formas canônicas de versejar. Poesia tem que ter poeticidade na simplicidade, conteúdo na síntese e porta aberta às interpretações.
  Poesia é germinação, por isso não precisa pretender-se à completude em longas narrativas, pois

curta
poesia
do
verbo
pólen
via

Texto publicado no Jornal Aldrava Cultural nº 88, de dezembro de 2010

ESTATUTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS


CAPÍTULO I
Denominação, Finalidade, Tempo de duração.
Artigo 1º - A SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS – SBPA - é uma associação civil de natureza literária e cultural, além de entidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos e sem vinculações sectárias, filosóficas, políticas ou religiosas e de número ilimitado de associados, com foro e sede na cidade de Mariana, MG, rua Dom Frei José da Santíssima Trindade, n° 22. Bairro: São José.
§ 1º A SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS- SBPA- tem duração por tempo indeterminado, tendo personalidade jurídica distinta da de seus membros e componentes, que não respondem solidária nem subsidiariamente pelas obrigações contraídas no seu nome.
§ 2º A admissão de associados - satisfeitas as disposições estatutárias - ficará a critério da respectiva Diretoria sem distinção de sexo, raça, cor, nacionalidade ou profissão, desde que os candidatos sejam, comprovadamente, autores de ALDRAVIAS.
Artigo 2º - A SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS visa a amparar os direitos literários e intelectuais de seus associados, representando-os quando necessário.
Artigo 3º - A SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS, de fins não econômicos, não remunera os membros de sua Diretoria, não distribui vantagens ou bonificações a dirigentes, associações mantenedoras, sob quaisquer condições.
Parágrafo Único - Cabe à SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS efetuar, junto a seus associados, a cobrança de anuidades por meio de cota única ou parcelada, segundo os critérios de sua Diretoria. O valor fixado da anualidade será de cinquenta reais (R$ 50,00).
Artigo 4º - A SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS a par dessa anuidade, poderá receber, de pessoas físicas ou jurídicas, doações de qualquer natureza, legados, auxílios ou subvenções.
Parágrafo Único - Toda arrecadação da SBPA será destinada a pagamento de despesas fiscais, de manutenção de seu site oficial, de despesa com postagem de correspondências e patrocínio de projetos culturais aprovados pela Diretoria.
Artigo 5º - Em caso de extinção A SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS, destinará seu patrimônio a instituições congêneres, escolhidas pela Diretoria, e lavrada em Ata de encerramento das atividades da instituição.

CAPÍTULO II
Dos Associados
Artigo 6º - A SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS é constituída por número ilimitado de associados, sendo divididos em 2 (duas) categorias, a saber:
a) Efetivos. Poetas aldravianistas residentes no Brasil.
b) Correspondentes. Poetas aldravianistas residentes no exterior.
Artigo 7° - EFETIVOS são os fundadores e signatários da ata de fundação da SOCIEDADE BRASILEIRA DE POETAS ALDRAVIANISTAS, assim como os admitidos posteriormente, também por proposta de algum associado.
Parágrafo Único – São direitos dos membros efetivos:
I - votar para os cargos eletivos;
II - tomar parte nas Reuniões Ordinárias;
III - participar das atividades e eventos da entidade;
IV - usar devidamente títulos e insígnias da entidade.

CAPÍTULO III
Das Reunoiões

Artigo 8° - As Reuniões da SBPA poderão ser convocadas pela Diretoria.
Artigo 9º - As Reuniões Gerais Ordinárias serão realizadas, anualmente, sempre no mês de novembro, e terão caráter lítero-cultural.
Parágrafo Único – De 3 (três) em 3 (três) anos, no mês de novembro, será convocada Reunião para eleição de Nova Diretoria, conforme prazo determinado pelo Código Civil Brasileiro a vigência de mandatos.
Artigo 10 - As Reuniões deverão ser realizadas em data e hora determinadas em documento de convocação. Se não houver um suficiente comparecimento de associados, ela ocorrerá 30 (trinta) minutos após, em segunda convocação, desde que com a presença da maioria absoluta dos membros da Diretoria.
Artigo 11 - Para apreciação de assuntos gerais, as deliberações das Reuniões serão tomadas por maioria simples dos sócios efetivos que comparecerem ao ato.
Parágrafo Único – A eleição para todos os cargos eletivos será feita através de escrutínio secreto.

CAPÍTULO IV
Da Diretoria

Artigo 12 - A SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS será dirigida por uma Diretoria assim constituída:
- Presidente
- Vice-Presidente.
- Secretário-Geral
- Tesoureiro
- Diretor de Cultura
Artigo 13 - Ao Presidente caberá a direção geral da entidade e sua representatividade junto às autoridades e em Juízo.
Artigo 14 - Em casos administrativos que implicam problemas graves, o Presidente convocará a Diretoria para que esta, por maioria de votos, delibere a respeito, ocasião em que deverá ser lavrada ata.
Artigo 15 - A Diretoria se reunirá, uma vez por mês, em data e hora determinadas pelo Presidente e, de modo excepcional ou extraordinário, quando este a convocar.
Artigo 16 - Em caso de renúncia ou impedimento do Presidente, o cargo será ocupado pelo Vice-Presidente.
Artigo 17 - O Secretário-Geral terá a seu cargo as relações da entidade com seus associados e entidades parceiras.
Artigo 18 - O Tesoureiro terá sob sua responsabilidade os valores arrecadados, podendo efetuar, com o Presidente, a movimentação bancária da entidade.
Artigo 19 - O Diretor de Cultura se responsabilizará pelo planejamento e organização de atividades artísticas e culturais da Entidade, tais como seminários, congressos, cursos, semanas culturais, etc.

CAPÍTULO V
Da Administração

Artigo 20 - A SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS poderá editar livros, jornais, revistas e outras publicações, sejam quais forem.
Artigo 21 - A edição de qualquer trabalho realizado pela SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS dependerá da prévia aprovação de sua Diretoria.

CAPÍTULO VI
Deveres e Obrigações dos Sócios

Artigo 22 - Os associados estão sujeitos ao cumprimento das normas estatutárias, mas as transgressões disciplinares serão punidas pela Presidência por meio de advertência, suspensão ou eliminação, dependendo da gravidade da infração cometida.
Artigo 23 - Quando convocados, somente poderão votar os sócios em dia com suas obrigações.
Artigo 24 - Os associados devem participar das atividades e eventos da SOCIEDADE BRASILEIRA DE POETAS ALDRAVIANISTAS, do mesmo modo que podem, ainda, propor atividades a serem desenvolvidas.

CAPÍTULO VII
Disposições Gerais

Artigo 25 - A SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS poderá representar, no Brasil, instituições estrangeiras, assim como integrar federações nacionais ou internacionais de natureza igual à sua.
Artigo 26 - Os associados da SOCIEDADE BRASILEIRA DOS POETAS ALDRAVIANISTAS não respondem, nem individual, nem coletivamente, pelas obrigações por ela contraídas, de modo expresso ou implícito.
Artigo 27 - As possíveis omissões deste Estatuto deverão ser supridas através de decisões das Reuniões Ordinárias da Diretoria.
Artigo 28 - As Reuniões serão, sempre, presididas pelo Presidente; no impedimento deste, pelo Vice-Presidente.
Artigo 29 - Os associados que não puderem comparecer às Reuniões deverão enviar justificativa à secretaria.
Artigo 30 - O presente Estatuto, lido, discutido e aprovado por unanimidade, pelos Membros da Diretoria, convocados para essa finalidade, somente poderá ser alterado ou reformado, total ou parcialmente, de conformidade com os artigos 12, 14 e 15 destas normas estatutárias.
Artigo 31 - Este Estatuto entra em vigor na data de sua aprovação e surtirá seus efeitos legais após o registro no órgão competente.
Artigo 32 - Ficam revogadas as disposições em contrário, até ulteriores deliberações sobre o presente ordenamento.
Mariana, MG, 25 de novembro de 2011.

- Presidente: José Benedito Donadon Leal
- Vice-Presidente: Gabriel Bicalho
- Secretário-Geral: Andreia Aparecida Silva Donadon Leal
- Tesoureiro: José Sebastião Ferreira
- Diretor de Cultura: Hebe Maria Rôla Santos.

Livro de Aldravias de Elvandro Burity


Clique na capa para abri-lo
Disponível também na Biblioteca Virtual Aldrava

Rio de Janeiro, 31 de outubro de 2011
Presidente da ALB-MG, Andreia Donadon Leal, estou realmente eufórica com o lançamento de "Somente Aldravias" do poeta e amigo Elvandro Burity em Maio de 2012, em Paris.
É uma confirmação do sucesso internacional das Aldravias. Sentimo-nos honrados também, aqui no Rio de Janeiro, de sermos pioneiros ao publicar "Aldravias a Cinco Vozes" no Pen Clube do Brasil no dia 20 de outubro de 2011, com uma vasta presença de intelectuais, inclusive da Academia Brasileira de Letras,super interessados nessa nova forma de poesia e jamais ignorados por nós seus precursores mineiros,da ALB de Mariana- MG, que nos honraram com prefácio e comentários de grande valia. Trata-se de um exemplo a ser seguido por todos aqueles que estão valorizando essa nova forma de poesia.
Parabens sinceros em meu nome e de meus parceiros no livro "Aldravias a Cinco Vozes", que tenho plena certeza estarem radiantes e entusiasmados com essa notícia, inclusive com o lançamento do Livro também em Paris , no Salão do Livro, com 33 escritores de Minas Gerais, em Maio de 2012.
Saudações a todos os participantes e votos de muito sucesso,
Messody Benoliel, Presidente da Academia Brasileira de Trova , Membro Honorário da ALB-Mariana-MG e Integrante da Antologia "LES POÉTES BRÉSILIENS À PARIS" (pags. 136 a 139), Préface, coordination et adaptation de Diva Pavesi, Février 2011.

ELVANDRO BURITY - Escritor Internacional
Assim é a vida: - Um suceder de fatos. Uns desafiam... Outros não são bem recebidos. Outros soam como uma recompensa. Neste serpentear de ocorrências boas... ou ruins... devemos atentar para o lado bom, do ensinamento que contém, devemos recebe-lo sem a pretensão de ser melhor do que ninguém e, muito menos com o propósito de dono da verdade ou como um "castigo" Afinal a vida não dá, não toma, simplesmente, retribui.

Não é novidade a minha origem: egresso da Baixada Fluminense do Rio de Janeiro e ex-marujo. Antes de precipitadas conclusões: - Não se trata de provocar reações sentimentais piedosas ou enaltecedoras. A ideia é demonstratar que , infelizmente, no mundo atual muito mais tecnológico que humano, mesmo com os meios justificando os fins; ainda, é possível ser honesto, ter caráter e honestidade de propósitos. Bem como ter um reconhecimento.

Passei por uma forte crise de coluna. Deus é Pai não é padrasto. As nuvens estão se dissipando e recebo uma mensagem eletrônica informando o lançamento do meu livro

Somente Aldravias

no Salão do Livro de Paris, no período de 16 a 18 de maio do ano de 2012.
Tal acontecimento, para mim, soa como uma recompensa, um incentivo.
Produção - Divine Institut des Arts et Culture
Tradução - Athanase Vantech de Tharcy et Marc Galan
Revisão, Adaptação e Coordenação - Diva Pavesi.


Aldravias de colaboradores

Aldravias de Vanise Buarque (Rio de Janeiro - RJ)
The
Food
Smelling
the
mouth
watering
The
Truth
Opportunity
For
Good
will
Love
The
Short
Way
For
health
Children
May
Simply
Smile
At
you
The
Moon
Alone
In
The
sky
The
Way
To
Love
Well
thankfulness
Friends
Need
To
Go
back
home
Mother
Unconditional
Love
Guardian
Angel
alive

 

Aldravias de Marilza de Castro (Rio de Janeiro - RJ)
poesia
em
liberdade
poema
livre
aldravia
Carnaval
seus
prazeres
canais
dão
poesia
Solicitude

lícita
se
verdadeira
atitude
sonhar

no
mar
salga
ideia
palavra
arma
eficaz
para
fazer
paz
poesia
une
versos
universos
em
poesia
Elegante
cavalheiro
doma
cavalgadura
da
dama
Pierrô
arlequim
colombina
amor
em
trilogia
religião
invento
humano
para
regrar
vida
sopro
de
amor
nos

vida

 

Aldravias de Messody Ramiro Benoliel (Rio de Janeiro - RJ)
Após
nossos
corpos
entrelaçados
anoiteceu
silenciosamente
Inveja
maltrata
enruguece
somente
invejosos
contumazes
dúvidas
estremecem
relacionamentos
quando
permanecem
presentes
Saudade
bandoleira
sem
ontem
hoje
amanhã
Mãozinhas
dadas
antigamente
agora
solidão
somente
amor
vem
amor
vai
gangorra
constante
chuvas
gostosas
lembranças
tuas
minhas
nossas
Ressentimentos
incertezas
perturbam
machucam
se
entrelaçam
Voz
que
acalma
vem
da
alma
Olhares
profundos
instigam
vontades
desejos
festejos

Aldravia de Rui Martins da Mota (para: Luiz Gondim e Rafael Nogueira)

Três
Diferentes
Trovadores
Sincronicidade
Unidade
Poética

Aldravias de 05 versos de Marília Siqueira Lacerda (Ipatinga - MG)
vida
corre
depressa
qual
aldravias
chuva
cai
música
embala
sono
noite
dia
silêncio
dobrado
feriado
retratos
pela
casa
digerir
saudades
falta
calor
abraço
filho
ausente
sol
acorda
dia
sabiá
canta
corpo
arrepios
alento
cobertor
aquece
águas
caindo
março
antecipa
frio


Aldravias de Mário Donadon Leal - DonLeal (Maringá - PR)
via
bravia
breve
aldravia
leve
bravo
poema
põe-se
poeira
cipó
teia
goteira
cereal
ser
real
bruto
brota
cio
hit
parede
rita
rede
rude
rádio
prato
prata
parto
porto
canal
narina
sono
senha
sino
sena
cassino
sonho

Aldravias de Luiz Gondim (Rio de Janeiro)
quero
vestir
tua
noite
despindo
censuras
fui
letra
depois
palavra
agora
oração
basta
uma
estrela
em
meu
céu
como
equilibrar
equações
em
cada
ausência?
orvalho
sem
licença
pousa
na
flor
aldravia
voa
longe
além
do
mar

Aldravias de Fabrício Avelino (Barbacena, MG)
sua
sobre
pétalas
pousa
saliva
sua
gotas
de
seio
nu
vertem
ventres
curto
e
grosso
o
não
exposto
linha
reta
rotas
tortas
letras
alteradas
lua
crescente
em
quarto
minguante
adolescente
luto
em
vida
de
sol
poente

 

Aldravias de Marisa Godoy (Ponte Nova, MG)
Aldravia
tanta
poesia
em
tão
pouco
Abelha
morta:
menos
mel
no
pote
Casa
gradeada,
portão
trancado:
sou
livre?

 

Aldravias de Amélia Marcionila Raposo da Luz (Pirapetinga - MG)
Fui
linha
e
ponto
tecendo
remendo
carta
guardada
de
amor
perdido
despedida?
paz
fresta
janela
crianças
passam
alarido!
maçãs
carnudas
corpo
de
mulher
Vênus
urrus
murmúrios
cochichos
ruídos
sussurros
... muidezas
barganho
com
a
vida
celebro
mocidade
palavras
resmungam
aldravias
nos
meus
ouvidos
virgem
véu
flor
de
laranjeira
noiva
fui
gota
respingo
rio
hoje
oceano
nem
fruto
nem
flor
semente
somente
debruço
sobre
o
texto
choro
silêncios
no
fundo
palavras
presas
querendo
emergir


Aldravias de Goreth de Freitas (Ipatinga, MG)
No
trem
da
noite
tateio
silêncios
No
trem compreendi
chegadas
e
partidas
No
trem
bebo
cálices
de
solidão
Fatos
e
fotos
levam-me
ao
trem
Naquela
curva
do
trem,
infinitos
arrepios
O
trem
vai
o
tempo
passa
O
trem
leva
e
traz
poesia
O
trem
vai.
O
mistério
continua
Fragmentos
de
mim
ficaram
no
trem
Ao
lado
do
trem,
amor
marginal
Meninos
em
alvoroço:
chegada
do
Trem
Paraíso
verde:
Imagem
clicada
do
trem

 

Aldravias de Maria Beatriz del Peloso Ramos (Rio de Janeiro)
Mar
arado
pelos
olhos
colho
saudade
Saudade
amuleto
líquido
usado
no
peito
Pulsa
duplo
azul
na
paisagem:
Verão

Aldravias (aldravisartes) de Luiz Poeta ( Luiz Gilberto de Barros - Rio de Janeiro)
No
inefável
riso
chapliniano
lírica
tristeza
Mar
amniótico
feto
respira
sem
aparelhos
Girassóis
pulsam
tela
de
Van
Gogh
Sem
pressa
aracnídeo
espreita
a
presa
Monalisa
imortalizou
Da
Vinci
num
sorriso

 

Aldravias de Cecy Barbosa Campos (Juiz de Fora, MG)
Nuvens
passantes
escondem
estrelas:
tímidas
top-models
Cabelos
molhados
gingando
faceiros
ao
vento
Aldravas
anunciam
visita
ao
meu
coração
Flores
chorando
tristeza
dentro
da
jarra
Luar
indiscreto
banhando
meu
corpo
despido
Pássaros
cumprimentam
o
sol
Sinfonia
matinal

Poetas Aldravianistas
Para ser associado da SBPA, peça ficha de inscrição, na secretaria da SBPA:

Andreia Donadon Leal
deiadonadon@yahoo.com.br

 

Página criada em 25 de novembro de 2011
Editor: J. B. Donadon-Leal